Eu-lírico onírico satírico e empírico,
da calma alma na lama da cama,
de palavra para a lavra,
viva a tentativa ativa alternativa que saliva e deriva
o penhor do louvor ao torpor com fervor.
Feito por Pedro Henrique, quando o súbito prazer da poesia
tropicalista bateu-lhe à cabeça como a brisa do vento vagando
na mente.
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