quinta-feira, 24 de junho de 2010

Falando de mim

Eu queria nascer com um dom perceptível, explícito, bonito.
Eu queria um amigo que entrasse na minha casa sem hora marcada,
pra rir e chorar. Sem hora marcada pra sair. Um pra ter ficado com medo das histórias de terror quando pequeno e, já jovens, não dormir.
Mas o que eu mais faço é sorrir sozinha com as histórias inventadas
pela minha mente, onde mora meu irreal meu melhor amigo, Afonso.
Talvez esse seja meu dom.

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