quarta-feira, 14 de julho de 2010

Porta trancada, desejo aberto

Constantemente se ouve os estalos
do objeto que apóia os corpos
O som é inconstante, os movimentos
são bruscos, percebidos à sombra
Sente o libido correr freneticamente,
agitado como o sangue pulsando
fervorosamente, quase rompendo a veia
O braço forte pressiona a força do desejo
A mão amiga acaricia os corpos relaxados
entrelaçados num nó cego, dado

2 comentários:

  1. Séxual! Tentando entender melhor esse título. Muito bom teu texto, esses poemas são superbacanas

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